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Combustíveis começam a faltar: Motoristas fazem filas nos postos de Guaratinga

GUARATINGA – Com medo de faltar gasolina por causa da paralisação dos caminhoneiros, que chega ao quarto dia, na manhã desta quinta-feira (24), motoristas de carros e motos não perderam tempo e mesmo com o valor alto dos combustíveis resolveram fazer fila para garantir o abastecimento dos seus veículos. A situação gerou engarrafamentos nos dois postos de combustíveis existentes na cidade de Guaratinga.

Em um dos postos, na no inicio da BA 283, que liga Guaratinga a Itabela, a fila começou a crescer logo por volta das 07:00h da manhã e por volta das 11:00h a gasolina acabou, restando apenas etanol e diesel, que pode acabar a qualquer momento, de acordo com informações de um funcionário do posto.

Até o fechamento desta matéria, a fila ainda perdurava no segundo posto de combustíveis, que se localiza na Praça do Mercado. Neste a fila causou até retenção no trânsito, provocando a impaciência de alguns motoristas que trafegavam pelo local. Para garantir o equilíbrio do abastecimento aos carros e motos, a proprietária do posto decidiu não vender gasolina em camburões, com intuito de impedir que terceiros estoquem combustíveis e repassem por um valor bem mais alto do que as bombas, que atualmente se encontra a R$ 4,99 por litro.

Ainda de acordo com os empresários de combustíveis, por conta da greve não há previsão de quando chegarão novamente combustíveis nos postos de Guaratinga.

SOBRE A GREVE:

Há três dias, caminhoneiros estão parados nas estradas e promovem bloqueios em protesto, entre outras reivindicações, contra a alta do preço do diesel. A categoria reuniu-se nesta quarta-feira com representantes do governo federal. O encontro terminou sem acordo, embora o governo tenha admitido eliminar a cobrança da Cide sobre o combustível, e a greve vai continuar. Mais tarde, a Petrobras anunciou que irá reduzir em 10% o preço do diesel nas refinarias por 15 dias, em uma tentativa para que os caminhoneiros voltem a circular.

Além do abastecimento de combustível, a paralisação já afeta o fornecimento de produtos para os supermercados em diversos estados.

Por: Estevão Silva – guarananet.com

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